Aconselhamento em Dependência Química

Por Flávio Pereira - Psicólogo em Curitiba

O aconselhamento não deve ser limitado a dar conselhos e informações. Envolve a empatia – colocar-se no lugar do outro – e aceitar as percepções e sentimentos do paciente, onde ele está, antes de lidar com a posição em que deveria estar.

O aconselhamento envolve a ética aos pensamentos e sentimentos do paciente, sem perder a confidencialidade para estabelecer a confiança e o devido vínculo terapêutico.

Tanto o psicoterapeuta quanto o paciente devem procurar entender as causas da dependência. Existem várias teorias que tentam explicar a dependência química:

Modelo de doença: há um componente biológico herdado.

Modelo de comportamento aprendido: como o nome diz os comportamentos foram aprendidos e mantidos por reforçadores, situações ambientais, observação e imitação de outros dependentes químicos ou influenciados pelos processos de pensamento.

Modelo psicanalítico: explica a dependência química como uma tentativa de retornar a estados prazerosos da infância ou forma de se adaptar a déficits de autorregulação, que emergiam de privação ou de interações disfuncionais na primeira infância. Os déficits dizem respeito à tolerância aos afetos (sente “tudo ou nada”), às habilidades de autoproteção (falhas em se manter atento), ao desenvolvimento da autoestima e nos problemas de construção dos relacionamentos.

Modelo familiar: o indivíduo é influenciado por fatores relacionados à família.

Modelo biopsicossocial: tenta integrar as contribuições de vários modelos. Há fatores psicológicos, sociológicos, familiares, culturais e espirituais que desempenham papel importante na causa e nos resultados da dependência química.

Além de procurar entender as causas, outros pontos importantes devem ser considerados no tratamento do dependente químico:

Critérios para diagnosticar a doença.
Síndrome e graus de dependência.
Aspectos morais.
Neurobiologia da dependência química.
Sistema de recompensa cerebral.
Organização de história clínica.
Comorbidades (doenças adicionais ou agregadas).
Terapias e psicoterapias.
Prevenção de recaídas.
Treinamento de habilidades sociais.
Enfrentamento de situações de risco.
Pais, cônjuges e filhos de dependentes químicos.
Disfunções sexuais.

Veja abaixo alguns tipos de substâncias envolvidas na dependência química:

Álcool
Tabaco
Cocaína, Crack, Ecstasy
Maconha
Cafeína
Opioides (ópio,morfina, heroína)
Alucinógenos
Anfetaminas
Esteroides Anabolizantes
Solventes e Inalantes

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