Pesquise no site

Serviços



Social

Facebook Psicologo Curitiba Google+ Psicologo Curitiba

Mediação de Conflitos

Mediação de Conflitos
Telefone


(41) 3095-8015 / 8525-1140 

Dúvidas

Sobre Flávio Pereira »

 

Pacificação Comportamental

Solução de Conflitos

 

É FÁCIL CONSULTAR

1 Leia abaixo sobre o que a mediação de conflitos pode fazer por você.
2 Consulte valores pelo telefone 3095-8015 ou e-mail flaviopereira@psicologia10.com.br
3 Sua consulta será agendada em poucas horas com o envio do formulário. O link está no final da página.

 

A mediação é um meio pacífico de solução de conflitos interpessoais, onde o mediador, neutro e imparcial, voluntariamente escolhido pelas partes conflitantes, intervém entre elas agindo como um facilitador. O mediador orienta as partes e um acordo mutuamente aceitável pode ser um dos desfechos possíveis.

O mediador não decide; quem decide são as partes. O mediador usa a “arte de conciliar”, técnicas de pacificação, comunicação eficaz e conciliação, as quais levam as partes a decidirem pelo acordo ou não.

O mediador favorece uma melhor comunicação entre as pessoas em conflito.

A mediação proporciona às pessoas envolvidas a autoria de suas próprias decisões, convidando-as à reflexão e ampliando alternativas de solução para o impasse.

A mediação é um processo onde não há adversários, mas pessoas que desejam dissolver os impasses, transformando um contexto de confronto em contexto colaborativo.

A mediação é um processo confidencial e ético. Da mesma forma como o psicólogo e o advogado preservam a ética quando ouvem o cliente, o mediador também agirá assim para garantir a confidencialidade do conteúdo do conflito e a credibilidade do processo de mediação.

PERGUNTAS FREQUENTES

Qual a vantagem de se contratar um mediador?
Uma terceira pessoa, o mediador, atuará de forma neutra para ajudar a solucionar um conflito entre duas ou mais partes. Como o mediador não está envolvido emocionalmente no processo enxergará soluções mais criativas.

Por que é vantajosa a mediação?
Pessoas estressadas, envolvidas emocionalmente num conflito, tem a sua percepção e raciocínio reduzidos. O mediador enxerga o conflito de forma neutra, por isto consegue apresentar soluções mais realistas.

one_life_coaching1A redução do desgaste emocional é de grande valia. A mediação proporciona um ambiente mais cooperativo, facilita a comunicação e procura atender as expectativas de modo mais rápido, objetivo, informal e com baixo custo.

Com a mediação evita-se custos advocatícios e com os processos no âmbito judiciário. Evita-se também perder tempo na espera da solução pelo judiciário.

O sigilo é outra vantagem da Mediação. Problemas comerciais ou familiares requerem sigilo, não deve haver alarde, publicidade.

Outra grande vantagem da mediação é o clima cordial, pois ela permite às partes conflitantes chegar a um acordo, sem que permaneçam traumas e sentimentos negativos.

Na mediação os envolvidos aprendem a enxergar a outra parte, a serem empáticos, a se colocarem no lugar do outro.

Na mediação evita-se:

  1. Usar linguagem técnica do Direito.
  2. O ódio entre as partes.
  3. Estimular a rigidez dos interesses.

1. No âmbito do Direito as partes podem ser envolvidas em linguagem especial, o juridiquês, cheia de termos técnicos, pouco conhecida do cliente leigo. O cliente que entrou com um problema, sai com outros, uma complicação de significados de termos na cabeça e o conflito incrementado.

2. Envolvido num conflito a pessoa ouvirá muitos “conselhos” de pessoas amigas, familiares e profissionais da área do Direito. Ela ficará pressionada pelos “conselhos”, verá seu argumento fortalecido, e o ódio ou ressentimento aumentado.

3. Com o argumento fortalecido pela pressão das opiniões a pessoa confunde-se, fecha-se, torna-se rígida, inflexível. O mesmo acontecerá com a outra parte.

Na mediação derruba-se esta escalada de violência do Direito.

Como o mediador consegue quebrar a rigidez dos interesses?
Num discurso onde há um conflito de interesses está oculto outro discurso. No discurso manifesto há outro oculto, contido nele. Descobrir o que está oculto, qual o verdadeiro discurso, é o trabalho do mediador. Exemplo: uma pessoa pode dizer que deseja o divórcio, mas toda a sua ação e discurso, mostra que quer um acordo o qual criará uma dependência do outro, onde a separação nunca se concretizará.

ponto_interrogacao1O mediador através de perguntas dirigidas, que conduzam à refllexão, faz surgir as contradições, as crenças irracionais, os erros de cognição (pensamento) e outros sinais.
O mediador deixa emergir os verdadeiros interesses e com isto facilita a solução do conflito.

O mediador trabalha procurando destravar os bloqueios emocionais, desarmar os pensamentos, romper as limitações do cliente, os medos, as fugas para evitar o enfrentamento, até produzir um clima de calma e um efeito libertador, que ampliará a percepção do cliente sobre as causas reais dos problemas, despertando o pensamento criativo e possíveis soluções.

Qual o benefício da mediação para o meio judiciário?
Muitos problemas podem ser resolvidos pela mediação. A mediação é um instrumento extrajudicial (= fora do âmbito da justiça comum) de resolução de controvérsias, pois desafoga a tarefa judicial naquilo em que dela se pode abrir mão. Nos países onde a mediação é bem divulgada, mais de 70 % dos casos, que antes, recorriam à justiça, são resolvidos pela mediação.

Na mediação uma das partes conflitantes sai vencedora?
Mantendo-se imparcial, sem forçar as partes, o mediador as orienta das vantagens de alcançarem um acordo em que há a concessão de parte a parte, para acabar com as disputas, podendo tal acordo não atender a todas as expectativas. Cada uma das partes cederá (ganha-ganha), diferente do processo ganha-perde, onde uma das partes sairá perdedora.

tempoQuanto tempo dura a mediação?
Depende do tipo, complexidade e persistência do conflito. Várias reuniões em geral são necessárias. Veja a seguir uma forma didática e simplificada da mediação.

Na primeira etapa o mediador:

Dá as boas vindas e se apresenta;

Informa como funciona o processo de mediação, as regras da mediação: sigilo, igualdade de oportunidade, respeito mútuo, honorários (pago por hora), forma de pagamento, vantagens da mediação, etc.;
R
Avalia a questão trazida e a predisposição real das partes para chegarem a um acordo;
Informa que entrevistas a sós com cada parte será feita;

Informa que o tempo, o número de sessões, o acordo, a vontade de interromper a mediação, são de responsabilidade dos clientes.

Obs.: tão importante é o sigilo que as partes e o mediador assinam um documento onde se saiba que se o problema for levado à justiça, o mediador não poderá ser arrolado como testemunha, pois seu compromisso de sigilo o impede de testemunhar.

Na segunda etapa, se for necessário, a questão é aprofundada com cada uma das partes a sós. O ideal é conduzir o processo com as partes sempre juntas.

Na terceira etapa as partes se reúnem com o mediador. Cada parte fala e a outra escuta, sem interrupção. O mediador faz um resumo das falas e um ordenamento dos problemas, separa estes das pessoas, evidencia os pontos de concordância.

Na quarta etapa escuta-se as divergências e as contradições. O mediador faz perguntas que levam à reflexão. Sendo necessário pode-se recorrer a novas entrevistas individuais. O mediador deixa claro que não será convencido por nenhuma das partes e que só informa à outra parte o que lhe foi autorizado.

mediation 88Na quinta etapa apresentan-se idéias para resolver o problema. Pode-se recorrer a informações técnicas, avaliações, dados sobre legalidade ou de outro tipo. Advogados, contadores, corretores de imóveis e outros profissionais podem ser consultados. Técnicas didáticas são usadas para apresentar o problema, as idéias, gráficos de lógica onde as ações, os custos e as conseqüências são avaliadas.

Na etapa final chega-se a um acordo, que é feito na frente das duas partes, redigido em linguagem simples, depois assinado pelas partes e testemunhas.

O mesmo acordo poderá ser depois redigido em linguagem formal e legal por advogados, para ser apresentado à justiça, se necessário.

O mediador diz quem é que tem razão no conflito?
Não. Ele é neutro e imparcial. Apenas esclarece as partes sobre as vantagens de um acordo, as responsabilidades de cada parte, de modo a criarem uma solução justa e equilibrada.

O mediador diz qual a solução para o caso?
Não. As partes é que chegam a uma conclusão com a ajuda do mediador que amplia a percepção dos envolvidos.

Os mediadores são psicólogos ou advogados?
Tanto faz. O importante é que o profissional tenta formação na área de mediação e tenha qualidades inerentes à função.

Quais as qualidades e as tarefas inerentes de um bom mediador?

  • O mediador é aceito reconhecido como imparcial por ambos os lados.
  • As partes devem se sentir cuidadas pelo mediador.
  • O mediador gera confiança e respeito. Examina todos os ângulos do problema.
  • Ajuda os lados contrários a entender um ao outro. Não cria pressões, nas faz ameaças.
  • Não usa termos técnicos.
  • Ajuda as partes a participar ativamente para criar suas próprias soluções.
  • Sugere outras soluções.
  • Não deve ter idéias preconcebidas.
  • É capaz de formular variedade de sugestões criativas.
  • Deve ter experiência de vida e conhecimento suficiente para ser capaz de fazer recomendações.
  • Permite o desabafo emocional, mas nunca permite a agressão de qualquer tipo.
  • Focaliza a discussão no problema e não nas pessoas.
  • Aponta as possíveis injustiças de cada parte. Desarma as partes.
  • É especialmente didático para apresentar as idéias.
  • Procura capacitar as pessoas envolvidas no conflito a resolverem por si ó o conflito.
  • Por esta numa posição neutra, mostra como as partes podem fazer pedidos descabidos, fantasiar valores e situações fora da realidade.
  • Mostra às partes que as pressões as quais estão sofrendo, distorcem a realidade, criando uma realidade psíquica (fantasia), que pode ter mais força que a própria realidade.Aponta contradições, lapsos, equívocos, esquecimentos, desinformação.
  • Informa sobre possíveis sentenças desfavoráveis, se o conflito for levado à justiça.

O mediador é somente a “parteira” que ajuda a dar à luz os reais interesses que possibilitarão o acordo. O mediador é um orientador/facilitador que apresenta maneiras cordiais e mais inteligentes de tratar o problema.

O mediador faz com que o cliente “se abra”, exponha suas fraquezas, fale e se questione, sem medo de ser traído, pois só o cliente sabe o que é melhor para ele.

O mediador é uma pessoa evoluída, livre de preconceitos pessoais, e de mecanismos defensivos próprios. Ele deve ficar livre da sedução das partes, que tentam se fazer de vítima.

arm-wrestleEm que casos eu posso usar a mediação?
A mediação é útil em conflitos entre casais, familiares, parentes, irmãos, sócios, vizinhos, colegas de trabalho, fornecedor e cliente, empregador e empregado, negociadores, proprietário e inquilino, indenização por perdas e danos, inventários, partilhas, divórcio, pais e escolas, professores e alunos, dentre outros casos.

Qual o ponto central da Mediação?
Ela poderá ajudar somente se as partes conflitantes desejam preservar o relacionamento, melhorá-lo ou ao menos não prejudicá-lo. A reunião tem a característica de ser colaborativa onde vigora o ganha-ganha, cada parte sai satisfeita, diferente do ganha-perde, onde uma parte sai vencedora e a outra perdedora. A decisão na mediação deve contemplar os interesses de ambos, em clima cordial, no sigilo total, sem alarde e sem demora.

Qual a exigência básica na mediação?
Que as partes tenham capacidade suficiente para expor o problema e queiram tomar uma decisão pacífica e colaborativa.

Caso uma ação judicial já tenha sido iniciada, pode-se ainda recorrer à mediação?
Sim. A mediação pode estar presente antes, durante ou após a resolução judicial.

Qual a garantia de que o acordo seja cumprido?
Ao ampliar a percepção, melhorar a comunicação e quebrar os bloqueios emocionais, fica claro para as partes que é ético cumprir o acordo construído por elas. O entendimento a que chega as partes ao final do processo, é a maior garantia de seu cumprimento, uma vez que as necessidades dos envolvidos ficam satisfeitas.

Qual a diferença entre mediação e arbitragem?
A arbitragem é interessante quando o problema é muito técnico e precisa da avaliação de um especialista, o árbitro. Ele é escolhido pelas partes, atua como juiz, e os lados são obrigados a acatar a decisão final. O árbitro chega a um acerto sensato entre as partes e, então, impõe a decisão aplicável pela lei. Ele não se preocupa especificamente com o relacionamento entre as partes, mas com as informações técnicas e a emissão de um laudo. Por isto muitos laudos da arbitragem são contestados por dar razão para um lado e não para outro, que recorre à justiça.
Perde-se o tempo e os custos com a arbitragem.

Onde encontrar serviço de arbitragem?
No órgão de arbitragem do seu setor de atividade ou entidades de classe. O árbitro é um especialista qualificado e é necessário fazer acertos formais, o que pode ser muito caro.

“Sabemos que o juiz ou o árbitro também devem ser imparciais em seus procedimentos, porém estarão fadados a serem parciais no momento da sentença, dando razão para um lado, mesmo que parcialmente. Ao contrário, o mediador, jamais penderá para um lado, pois esse não é o seu papel.” Ângelo Volpi Neto
Advogado, notário, mediador. Presidente do Instituto de Mediação e Arbitragem do Brasil.

É FÁCIL CONSULTAR

1

Consulte pelo telefone 3095-8015 ou e-mail flaviopereira@psicologia10.com.br
Pagamento: dinheiro, cartão, cheque, boleto, depósito em c/c. Duração da consulta: 01 hora.

2 Clique aqui e preencha o formulário » A consulta será agendada em poucas horas.

Veja este filme sobre como surgem os conflitos.

(O JavaScript não está ativo ou você está usando uma versão antiga do Adobe Flash Player. Por favor instale a última versão do Flash Player.)

Links Interessantes

ABRAME – Associação Brasileira de Árbitros e Mediadores
www.abrame.com.br

Associação de Mediadores de Conflitos
www.mediadoresdeconflitos.pt

Blog da Associação de Mediadores de Conflitos

Psicólogo Flávio Roberto Pereira

FALE COMIGO - Tira dúvidas

Psicólogo Flávio Pereira, 56 anos.

E-mail: flaviopereira@psicologia10.com.br

Skype: flaviopereirap

Telefone: (41) 3095-8015 | 3029-8026 | Emergência: (41) 8525-1140

Facebook Psicologo Curitiba Google+ Psicologo Curitiba

Voltar para o Topo